Ao enveredar pelo caminho das denúncias sem provas, injúrias e baixarias (o chamado jogo sujo), a oposição se coloca à margem do momento histórico em que o Brasil se encontra.
A campanha eleitoral da oposição provoca, de um lado, uma profunda tristeza nas pessoas que amam a pátria e, por outro lado, uma santa indignação. Desprezando um mínimo de comportamento ético ela própria se marginaliza, e é levada ao golpismo antidemocrático.
A gente passa a fazer um escorço da situação que se configura nesse momento eleitoral:
Enquanto o país se alegra com as suas últimas conquistas, tanto internamente como na projeção internacional, a oposição se amesquinha no jogo sujo, na baixaria, colocando a nu, a ambição dos núcleos partidários da direita que visam, nitidamente, obstruir o caminho exitoso que o país começa a trilhar.
Inicialmente a oposição tentou, com o auxílio da mídia, desconstruir a candidata do governo, antes que ela se tornasse figura pública, num esforço de compará-la com a chamada “competência” do seu candidato. A pretensão se frustrou. Seguiu-se a tentativa de adesão aos feitos do governo Lula, apresentando o seu candidato como o único capaz de dar continuidade. A coisa não funcionou e o candidato foi, gradativamente, caindo na preferência eleitoral. Caiu tão rapidamente que soou a hora do desespero, caindo a máscara ética.
O desespero, afinal - como era previsivel -, levou ao “jogo sujo” com a proximidade das eleições. Não importa para a oposição, agora, que se veicule calúnias, que se tente açular o ódio contra o governo e a candidata. Ela vai para o tudo ou nada, inclusive empreende tentativa de golpe, através de filigranas judiciais.
Bate na gente, nessa hora – repita-se - um misto de tristeza e indignação. Tristeza por ver que esses setores oposicionistas não conseguem se colocar à altura do momento histórico que o Brasil atravessa; indignação pelos métodos que usam , os mais sórdidos, inclusive o golpismo, para alcançar os seus desígnios, ou seja, o poder e apoderar-se do Estado em seu exclusivo benefício.
O que consola a gente, nessa triste constatação, é primeiramente a decadência desses grupos que vivem seus estertores históricos, e de outro lado, a emergência vigorosa do Brasil com o seu povo generoso para se tornar, em breve, a quinta potência econômica mundial e para o completo extermínio da pobreza.
Com o voto em 3 de outubro a gente vai derrotar essa oposição impatriótica; quem sabe no primeiro turno.
VHCarmo.
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