domingo, 11 de julho de 2010

A gente não pode esquecer...

                                                  As políticas neoliberais adotadas pelo governo FHC, durante oito anos, resultaram, entre outras sequelas, duas graves e importantes. Aquela mais visível foi a chamada “desarticulação do Estado brasileiro”. O processo levou o país a assumir um papel subserviente na política internacional, sujeito que se colocou , como país endividado, SOB AS ordens das entidades financeiras dos núcleos capitalistas externos, comandados pelo FMI e o Banco Mundial.
                      Tal posição relegava o Brasil a mero seguidor das posições hegemônicas dos paises desenvolvidos, com vinculação quase exclusiva no comércio exterior, particularmente com os EU e a UE., afastando-nos dos nossos irmãos da América do Sul e da África, esterilizando o MERCOSUL e suprimindo as alternativas do comércio internacional fora daquele eixo, inclusive com a China, hoje nosso maior mercado.
                          Ao fim do governo do rancoroso FHC, estávamos na iminência de aderir à ALCA, com comprometimento de nossa soberania. A adesão à ALCA, impedida pela reação interna no país, teria levado o país à situação dramática que levou o México. A resistência dos setores mais esclarecidos do nosso povo o impediu, ainda, a  privatização do Banco do Brasil; da Caixa Econômica e da PETROBRÁS.
                          A Argentina que mergulhou mais profundamente no neoliberalismo hoje é vítima da maior crise de empobrecimento de sua história.
2.                                  A outra seqüela diz respeito à política interna. A cartilha neoliberal fortemente contracionista, impediu a inclusão das camadas mais pobres da população, estratificando os setores da classe média. Os frutos do tímido desenvolvimento econômico oscilante, - o vôo de galinha - era apropriado por , apenas, um terço do povo, com destaque para as classes dominantes ligadas ao setor externo. Foi a maior concentração de renda da nossa história.
                                    A completa ausência do Estado nos locais onde residiam as pessoas mais pobres: em áreas de risco, beiras de cursos d!água, encostas de morros, favelas e bairros operários, resultou num processo de desagregação social. Formaram-se verdadeiros guetos de pobreza, terreno fértil para a introdução da criminalidade . O pouco que se fazia naqueles locais, então, era em época de emergência por alguma tragédia natural.
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                                   Hoje o governo do Presidente Lula conseguiu , em ambas as questões um atuação referencial e altamente positiva. O Brasil é respeitado e todo os foros internacionais e o Presidente Lula tem sido protagonista em todas questões mundiais, líder do G 20 e membro do BRIC.
                                  Quanto à inclusão social, demonstram os números de sua atuação e a promoção dos pobres a um lugar ao sol do consumo e da cidadania.   É o Fome Zero; o Bolsa Família, a Luz Para Todos, a Minha Casa Minha Vida; em resumo a distribuição de renda, mais bem avaliada pela ONU.
                                   Talvez as obras do PAC, nesses locais mais carentes, representem mais, por que são básicas , do que as grandes que os vão atingir a médio e longo prazo. A ascensão do povo é mais urgente e deve-se operar na medida em que a nossa economia avance.

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                                    Pelo que foi analisado se pode compreender a importância decisiva da próxima eleição. Devolver o poder aos neoliberais representados por Serra, significa restabelecer a ideologia e os métodos neoliberais, ou seja, a implantação da discriminação dos setores mais pobres e entregar o país aos “mercados” internacionais e às elites reacionárias locais.

VOTAR NA DILMA ROUSSEFF É CONTINUAR O DESENVOLVIMENTO COM  A INCLUSÃO SOCIAL PROMOVIDA POR LULA . 
VHcarmo.

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