terça-feira, 20 de julho de 2010

                                Está com razão o Presidente do PT quando chamou a oposição de “tresloucada” e, em boa hora, vai à Justiça para que prove as alegações do Índio, confirmadas pelo Serra de que o Partido dos Trabalhadores tem ligação com as FARC e o narcotráfico. 
                              Qualquer pessoa de bom senso não pode dar crédito às declarações do Selvagem da Costa, endossadas pelo Caviloso Serra.   Até a Folha de São Paulo que patrocina a candidatura Serra, em edital de hoje, não aprovou esse recurso que denota desespero.
                               Se a gente considerar que a campanha oficial está mal começando, como serão daqui pra frente os pronunciamentos do Candidato e do boquirroto Vice?. Aquelas farsas sobre “dinheiro de Cuba”; o “ouro de Moscou”; “dinheiro de Angola” já estão desmoralizadas. Vão ter que  inventar mais. De qualuer forma os jornalões e a Revista Veja estão de plantão.
                                A gente já tinha prevenido aqui neste espaço que o desespero ia conduzir a esses disparates. 
                            Eleição é coisa séria, mas a oposição resolveu anarquizar. Primeiro: levou tempo para anunciar a candidatura do Serra que negaceava, depois andou à caça de um vice que só saiu pouco antes da meia-noite do prazo fatal. Trouxeram um Índio, quando tinham vários caciques do DEM que se esquivaram da “fria”.
                              O que preocupa é considerar que esta eleição é, talvez, a mais importante, após, a volta da Democracia e encarada pela oposição como simples jogo de palavras mentirosas, circunlóquios, acusações infundadas e tiradas de mau humor do Candidato e de seu Índio.
                                Após a retomada das eleições livres e diretas, nos governos que se seguiram ao do Presidente Sarney, vitimado pela inflação galopante, vimos a implantação do neoliberalismo, iniciada por Collor e continuada de forma contundente pelo rancoroso FHC. que deixou como herança maldita um país literalmente quebrado.
                               Com o governo do Presidente Lula, restabeleceu-se a ponte desenvolvimentista da era Vargas, com a seriedade no trato dos interesses da nação, a interrupção das privatizações; o avanço das políticas de distribuição de renda com o resgate das populações mais pobres e a elevação de contingentes para a classe média e o emprego;  por fim a projeção do Brasil como potência emergente, sem subserviência ao FMI. A aprovação pessoal de Lula chega aos 83% e de seu governo 79%.
                                Ora, a continuação dessa política virtuosa está condicionada à manutenção da filosofia do governo Lula, pois é manifesta a tendência neoliberal da oposição PSDB/DEM-Arruda, jamais negada. A volta dessa gente implicaria em políticas elitistas, concentração de renda, desemprego, congelamento de salários, privatizações das empresas publicas, terceirização dos serviços públicos e o desprestígio da nação, atrelada e submissa ao Capital Financeiro Internacional.
                                  Embora as teorias neoliberais, aplicadas pelo mundo afora, se tenham revelado desastrosas, como nos EU e na UE  que se defrontam com uma enorme crise, os FHCs, os Serras e os Índios, continuam a professá-las. Jamais vieram a público falar de outros caminhos, optam pela “baixaria”. Nisto não enganam, emboram escondam o Fernando Henrique Cardoso.
                                        Não nos deixemos enganar!.

               A RETOMADA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA NÃO PODE SER INTERROMPIDA - DILMA ROUSSEF É A CONTINUAÇÃO.
VHCarmo.  

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