quarta-feira, 22 de setembro de 2010

R$ 200 mil reais caberiam no envelope pardo?

                                 Os  factóides lançados pela Revista Veja, o Globo, a Folha de São Paulo e o Estadão por serem criações maldosas no sentido de veicular denuncias falsas contra a candidata Dilma Rousseff e o governo e  com claro objetivo de alavancar a candidatura nati-morta do Caviloso Zé Serra, além de utilizar conhecidos escroques criminosos como declarantes e testemunhas, engendram falsidades sem observar o mínimo de viabilidade das acusações. Nenhuma das alegadas ações de lobby ou influência se materializaram. 
                                     Tivemos, então, influência sem influências...  Algumas dissertações da mídia conflitam até com a impossibilidade material de sua existência. Olhem só:

"Além de ser um tráfico de influência sem influência, mas com geração espontânea de dinheiro, o escritor pernambucano Urariano Mota fez um cálculo interessante:

“Vamos supor que os 200 mil reais estivessem reunidos em cédulas de maior valor, todas portanto de 100 reais. Então haveria 2.000 cédulas de 100. O Banco Central informa que uma cédula de 100 tem as dimensões de 140 x 65 milímetros. Por sua vez, um bom envelope pardo tem as dimensões de 240 x 340 milímetros. Agora tentem enfiar 2.000 cédulas de 100 nesse envelope. Seria como, numa abstração máxima, enfiar algo próximo a 223 folhas de papel A4 nesse envelope. Ou, se as notinhas de 100 estiverem bem arrumadas, sem dobrar nem uma, o equivalente a 333 folhas de papel A4. Em um caso ou outro, não dá. O pobre do envelope pardo se rasga. Notem que estamos supondo que as cédulas de 100 tenham a mesma espessura de uma folha de papel ofício. Na verdade, a relação grama por milímetro quadrado da cédula é maior. A não ser que, para esse escândalo, a Casa da Moeda tenha rodado cédulas de 300 reais muito mais leves e finíssimas. Nesse caso, o envelope aguentaria. Mas aí, para a história ser real, a moeda é falsa”.
                          (Extraído de um texto assinado pelo jornalista Carlos Lopes).

                            Esta é uma pequena amostra da falta de escrúpulos desses agentes da mídia golpista que, quanto mais se aproximam as eleições, mais se esmeram na produção de baixarias, tentando salvar o candidato Zé Serra e fazer prevalecer os seus interesses escusos.

                   VOTAR NA DILMA ROUSSEF É SEGUIR MUDANDO O PAÍS PARA CADA VEZ MELHOR.
VHCarmo.



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