sexta-feira, 24 de setembro de 2010

2 tópicos ( a liberdade de expressão e a mídia).

1.                 Em face da nova ofensiva da mídia que tenta calar aqueles que não concordam com seus conceitos e opiniões, a gente transcreve abaixo esses 2 tópicos, particularmente oportunos.

                             Palavras do Presidente Lula

                        "Eu duvido que exista um país na face da Terra com mais liberdade de comunicação do que o nosso, por parte do governo", reafirmou o presidente Lula. Ele também lembrou: "nós temos nove ou dez famílias que dominam toda a comunicação desse país. A verdade é essa. Você viaja pelo Brasil e tem duas ou três famílias que são donas dos canais de televisão. E as mesmas são donas das rádios e dos jornais” 
                      "A imprensa brasileira deveria assumir categoricamente que tem um candidato e um partido. Que falasse (isto). Seria mais simples, mais fácil. O que não dá é para as pessoas ficarem vendendo uma neutralidade disfarçada. Muitas vezes fica explícito no comportamento que eles têm candidato. Tiveram em outros momentos. Acho que seria mais lógico, mais explícito. Mas, eles preferem fingir que não têm lado e fazem críticas a todas as pessoas que criticam determinados comportamentos e determinadas matérias", concluiu o presidente da República.

2                             Palavras da nossa Candidata Dilma Rousseff.

                                A nossa candidata em entrevista a jornalistas em Curitiba, ressaltou aquilo que parece óbvio mas é obscurecido pela imprensa. Os jornais e revistas se permitem publicar qualquer matéria, muitas delas que não correspondem à verdade e outras que, de uma forma ou de outra, atingem a honorabilidade das pessoas, tudo fazendo, – a seu único critério ético-, e invocando a liberdade expressão.
                               No país não há menor restrição a publicações de qualquer gênero, porém o que não se admite é que não haja controvérsia e as pessoas ofendidas não possam defender-se; não possam discordar. A nossa candidata enfatizou – com muita propriedade - que a liberdade de expressão inscrita na constituição é um direito de todos e a mídia não pode fazer dele um direito exclusivo.
                            O que ocorre nesses tempos de eleição é que a mídia partidária se julga no direito de fazer campanha em favor de um candidato e , mais das vezes, usando recursos antiéticos, adulteração de fatos, escandalizações, denúncias sem prova. Quando surge o desmentido ou a defesa do ofendido a mídia usa o argumento cediço da liberdade de expressão, tentando calar o oponente. Fala até em afronta à Democracia se julgando a guardiã de lei maior, sempre em seu próprio proveito.  A mídia no Brasil pretende, pelo visto, exercer a ditadura da opinião.

                               No final da entrevista num desabafo mais que justo a nossa candidata declarou:

“A esperança venceu o medo em 2002. Agora a esperança e o amor ao nosso povo vão vencer o ódio. Não podemos fazer política com ódio. Ódio é que nem droga: vicia. Esse não é um clima adequado para o nosso país que saiu há mais de 20 anos da ditadura”.

                                 VAMOS ELEGER DILMA ROUSSEF PARA O PAÍS CONTINUAR MUDANDO PARA MELHOR EM QUE PESE AO PARDITARISMO ANTIÉTICO DA MÍDIA.
VHCarmo.  

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