A gente se pergunta por que a Veja e a Editora Abril dos apátridas Civitas patrocinam o Caviloso Zé Serra, promovendo a maior baixaria que se conhece na imprensa brasileira na campanha eleitoral?
Claro que há interesses de classe e apoio às elites obscurantistas tanto no Brasil como na América Latina, promovidos pela Editora Abril; mas não é só. A revista e a Editora negociam a sua atuação e se servem de políticos que procuram promover e, sobretudo, blindá-los de suas falcatruas. Há evidentemente uma espécie de chantagem que exercitam, sob ameaça de denúncias e colocação no seu “index”.
A Revista Veja, desde sempre, decretou o seu ódio ao Presidente Lula e ao seu governo, não importando serem os mais bem avaliados da história do País. O Presidente registrando índice de mais de 80% de aprovação e o seu governo de 78% são atacados de forma traiçoeira não só editorialmente como pelos colunistas sabujos contratados para o serviço sujo.
Os Civita têm se destacado na América Latina ao patrocinar golpes de Estado para derrubar presidentes eleitos por seu povo. Eles foram os promotores do golpe na Venezuela que, empossou um seu agente num curto período de 48 horas no poder, sendo a seguir banidos daquele país pelos militares nacionalistas. São ativos conspiradores na Argentina e em outros paises como na Bolívia de Evo Morales.
Renova-se a pergunta inicial: por que apóiam o Caviloso?
Além do Zé Serra representar seus interesses ideológicos a Veja e a Editora foram beneficiadas por vários contratos com o Estado de São Paulo no governo do Caviloso, de 2008 até 2010, numa clara manobra para blindar o futuro candidato dos tucanos. A Editora Abril firmou mais de 10 contratos, sem licitação, para fornecer material escolar à Secretaria de Educação do Estado, sem ser especializada nessa área. O governo fez 5.449 assinaturas da Revista Veja, em 2009, para distribuir; 220 mil assinaturas da Revista Nova Escola; 430 mil Guia do Estudante; 20 mil exemplares Guia Atualidades Vestibular; 25.702 exemplares da Revista Recreio; 5.200 assinatura da Revista Veja e mais outras aquisições da Editora. Segundo informa o jornalista Leandro Fortes fornecendo os n úmeros dos contratos e sua data em texto na Revista Carta Capital desta semana, a preferência somente pela Editora Abril rendeu a ela, no período, R$ 23.512.193,00. Que fique claro que jamais se procedeu a licitações.
Por sinal o Caviloso celebrou, também, contratos com o Estadão, a Folha de São Paulo e o Globo (com suas editoras), fazendo milhares de assinaturas de jornais e revistas que editam, justificando as seguidas denúncias contra a nossa Candidata, contra o governo e brindá-lo contra qualquer notícia que lhe possa prejudicar na campanha.
Fica claro, pois, que a mídia, em especial a Revista Veja, o Estadão, a Folha e o Globo, não trabalham de graça para fazer o papel que caberia a oposição; esse trabalho custa caro. A possibilidade de perderem essas fontes levam os jornalões e as revistas a apelar de forma suja e sem escrúpulos para os meios mais sórdidos na campanha eleitoral.
Por fim, não se pode esquecer que as TVs. repercutem a atuação desses veículos e, na certa, fazem parte da trama.
A esperança vai vencer também a mídia e a sua baixaria.
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