As agências reguladoras como a ANAC (Agência Nacional da Aviação Civil) não são subordinadas ao governo e foram criadas pelo governo FHC, na época das privatizações, para gerir e atuar junto às empresas do respecitvo setor e tem seus membros dirigentes ( diretores) com mandatos temporários que não podem ser demitidos no período de exercício dos respectivos mandatos, pelo governo. Os contratos de serviços como os que foram objeto de denúncias da VEJA foram celebrados pela Agência e mediante licitação. As agências são independentes e sua criação se deveu à privatização de empresas públicas tônica da atuação neoliberal do período FHC.
Esses detalhes são propositaalmente omitidos no momento em que se criou o factóide contra a Ministra Erenice Guerra para tentar ligar as denuncias ao governo e à Ministra.
A Ministra divulgou a nota que foi transcrita neste espaço, solicitando a imediata investigação da denúncia que ela afirma ser falsa e colocou a disposição todos os seus sigilos.
Os jornalões não deram publicidade à nota da ministra. A Empresa MTA acaba de publicar nota negando qualquer ligação com a Ministra e com seu filho. A podridão da Revista Veja secundada pelos jornalões, continuam a veicular mentiras. A investigação está instalada e o factóide não rendeu o esperado ao candidato da oposição, como já demonstram as pesquisas.
A gente transcreve aqui trechos da nota da empresa:
Empresa MTA nega relações com Erenice Guerra e seu filho
DE BRASÍLIA
A empresa MTA (Máster Top Linhas Aéreas) afirmou nesta quarta-feira que nunca teve relações "comerciais" com a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e seu filho Israel Guerra, apontado como lobista que atua no governo federal.
A nota foi divulgada após a revista "Veja" publicar reportagem afirmando que a empresa contratou consultoria do filho da ministra para conseguir contratos com o governo.
Em nota, a MTA diz que todos os contratos foram feitos mediante licitação e com o menor preço na disputa. "A empresa nunca teve qualquer tipo de relação comercial ou negocial com o Israel Guerra, tampouco com a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra", diz o texto.
"Todos os contratos firmados entre com os Correios resultaram de processos licitatórios regulares e transparentes, nos termos das leis", afirma a MTA.
A empresa diz ainda que Fábio Baracat não pertence aos quadros da empresa. Ele é um consultor que, segundo a revista Veja, representou a empresa nos encontros com a ministra e seu filho Israel Guerra. "Ao contrário do afirmado em reportagem da revista Veja, Fábio Baracat nunca foi sócio, funcionário ou administrador da empresa".
O atual diretor de operações dos Correios, Eduardo Arthur Rodrigues da Silva, disse à Folha de São Paulo que a empresa de Israel Guerra foi contratada para "agilizar" a tramitação de processos da MTA na Anac. Ele assina a procuração com a renovação da concessão de transporte aéreo dada pelo órgão.
Segundo a MTA, Rodrigues não é funcionário da empresa, mas "prestou serviços de consultoria aeronáutica". A companhia afirma que os contratos com os Correios foram firmados antes de Rodrigues se tornar diretor da estatal.
Os jornalões e as TVs. omitem todos esses esclarecimentos e continuam querendo comprometer a Ministra numa tentativa de ajudar a campanha eleitoral do Caviloso Serra que não mais consegue reverter a situação em que se encontra nas pesquisas.
O POVO JÁ SE CANSOU DE FACTÓIDES ELEITORAIS E SABE QUE TUDO ISTO É FALSO.
DILMA ROUSSEFF CAMINHA PRA GANHAR NO PRIMEIRO TURNO PARA CONTINUAR MUDANDO PARA MELHOR AS CONQUISTAS DO GOVERNO LULA.
VHCarmo. DILMA ROUSSEFF CAMINHA PRA GANHAR NO PRIMEIRO TURNO PARA CONTINUAR MUDANDO PARA MELHOR AS CONQUISTAS DO GOVERNO LULA.
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