Poema dos astros.
Deste humilde blogueiro.
Sobre escolhos e luzes
vindos do fundo do universo pardo,
como fecho azul de espumas,
me esquivo no sonho,
bobulhando em ezimas.
envolvem estrelas anãs
e gangantas profundas
e negras
de outros mundos
arrancados do livro
que leio esta manhã sem sol,
agasalhado de angústias.
Seguem indiferentes os universos.
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Do livro "Memórias - A vila do Capivara".Edit. 2000.
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