segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O governo federal e a educação ...

                                Como sempre: a mídia omite as notícias boas.

                                A gente se lembra o que se noticiou negativamente sobre a educação no governo Lula na campanha eleitoral, propiciando ao candidato tucano não só mentir como prometer resgatar o ensino, principalmente o fundamental que, não por acaso, foi praticamente destruído no Estado de São Paulo onde foi proibida a avaliação promovida pelo Ministério da Educação.
                                 Todos se lembram que os professores foram espancados na ruas pela polícia Militar do Estado, quando reivindicavam melhorias do ensino em todos os níveis e melhores salários. Houve invasão policial na USP. Note-se que o Estado de São Paulo, tanto no nível estadual como no municipal paga um dos menores salários do país aos mestres e terceiriza o magistério.
                                 Olhem só amigos, um ligeiro resumo de notícias boas sobre a educação:
                      O país ganhou mais 30 escolas federais e 25 novos campi.
                                 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou na segunda-feira (29 de novembro), trinta escolas federais de educação profissional e vinte e cinco novos campi de 15 universidades federais. A medida é parte do programa de expansão da educação superior e tecnológica do país.
                                “Conseguimos levar as universidades federais e as escolas de educação profissional das capitais para o interior do país”, afirmou o presidente, que destacou que “hoje, a juventude tem mais motivação para os estudos e perspectivas profissionais”.
                                 Durante o governo Lula foi registrado aumento de 148% no número de matrículas em toda a rede federal e passou de 140 mil em 2003, para 348 mil até o final de 2010. Nem todas as vagas estão ocupadas já que os ciclos de funcionamento ainda não foram completos. O investimento destinado à educação tecnológica passou de R$ 1,2 bilhão para R$ 4,9 bilhão, no mesmo período.
                                  Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia oferecem cursos voltados ao desenvolvimento econômico da região. Dentre os principais cursos estão: Análise Química, Edificações, Eletrotécnica, Eletrônica, Manutenção Mecânica Industrial, Operação de Processos Industriais Químicos, Automação e Controle Industrial, Geologia, Refrigeração, Informática, Processos de alimentação e bebidas, Eletromecânica, Petróleo e Gás Natural, Metalurgia, Biocombustíveis.
                                    Por meio do programa de expansão da educação superior (Reuni), 14 universidades federais foram criadas a partir de 2003. Dez delas voltadas para a interiorização do ensino superior público. As outras quatro, planejadas para a integração regional.
                                   Com o Reuni, surgiram 126 unidades de ensino superior — das 148 existentes até 2002 já estão em funcionamento 274 este ano. Hoje, as universidades federais estão presentes em 230 municípios nas 27 unidades federativas.
                                As universidades federais dobraram a oferta de vagas. Eram 109,2 mil em 2003 e chegaram a 222,4 mil este ano. Para atender o novo contingente de alunos, as instituições contrataram professores e técnicos administrativos. Com isso, o conjunto das instituições de educação superior, que contava com 40.823 professores em 2003, tem agora 63.112. O número de técnicos administrativos subiu de 85 mil para 105 mil.
(Fonte HP).
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                               O fato importante é que as escolas, universidades e seus campi estão ligados ao desenvolvimento do país promovido pelo governo Lula e, por outro lado, fixando os jovens estudantes em sua região, diminuindo a migração interna para os grandes centros.
VHCarmo.

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