Os jornalões passam por uma fase difícil. Com todo o esforço, usando todos os recursos normais e os mais condenáveis e escusos, não conseguiram eleger o candidato da oposição e, por conseqüência não lograram interromper o ciclo virtuoso de nossa economia e o desenvolvimento do país com inclusão social. A mídia e o seu projeto neoliberal foram derrotados.
Sem computar o resultado do trimestre findante, em curso, já se desenha, segundo o IBGE, um incremento do PIB do país, de 7,5 a 8%, em 2010, menor apenas do que o da China e da Índia.
A gente já comentou aqui nesse espaço, mas cumpre repetir: após a terceira derrota consecutiva da mídia golpista, tem-lhe restado espalhar nos meios de comunicação uma inexistente desunião da base governista na formação do novo governo e tentar espalhar uma contradição, inexistente, entre os presidentes Dilma e Lula.
Causa espécie que, embora ainda não instalado o Governo Dilma, os jornalões e a mídia em geral, já prosseguem na sua luta oposicionista, como sempre sem a observância da mais mínima ética. Parce que torcem contra o Brasil, como seguidamente declara o Presidente Lula.
A sua atuação não inova, constitui-se em adulteração de notícias, omissão de fatos positivos e o uso das manchetes que se tornam verdadeiros panfletos contra o governo e contra as perspectivas otimistas que se desenham.
O verdadeiro mutirão de obras do PAC, essenciais ao desenvolvimento em todo o país é omitido na imprensa ou minimizado, mesmo em face dos números exibidos pelo IBGE nesta semana. O Presidente afirmou, com razão, que o Brasil, após a China, é o país que vem fazendo mais obras e que bate recorde na oferta de empregos; isto é incontestável.
Amigo(a), de certa forma contraditando a nossa mídia olhe só, em resumo, o que a Presidente Dilma disse:
“Continuarei a trajetória que seguimos até aqui”.
Em entrevista ao jornal “Washington Post”, no último fim de semana, a presidente eleita criticou o agravamento da guerra cambial com a recente emissão de 600 bilhões de dólares pelo governo americano. “O afrouxamento monetário é um fato que nos preocupa muito, porque significa uma política de desvalorização do dólar que tem efeitos sobre o nosso comércio exterior e também na desvalorização das nossas reservas de divisas, que são em dólares”, afirmou.
Perguntada sobre cortes de gastos no Brasil, Dilma respondeu que essas coisas não são simples. “Você não pode se esquecer do crescimento econômico”, disse. “Você tem que combinar muitas coisas”, acrescentou a presidente. “Meu plano é continuar a trajetória que seguimos até aqui. Conseguimos reduzir nossa dívida de 60% para 42%. Nosso objetivo é atingir 30% do PIB. Eu preciso racionalizar os meus gastos e, ao mesmo tempo, ter um aumento do PIB, que leve o país adiante”, salientou.
Sobre as posições do Brasil em relação ao Irã, ela disse que “é necessário fazermos uma diferenciação no [que queremos dizer quando nos referimos ao Irã]. Eu considero [importante] a estratégia de construir a paz no Oriente Médio”. “O que vemos no Oriente Médio é a falência de uma política – de uma política de guerra. Estamos falando do Afeganistão e do desastre que foi a invasão ao Iraque”, prosseguiu. “Não conseguimos construir a paz, nem resolver os problemas do Iraque. Hoje, o Iraque está em guerra civil. Todos os dias morrem soldados dos dois lados. Tentar trazer a paz e não entrar em guerra é o melhor caminho”, afirmou Dilma. A presidente acrescentou ainda não endossar apedrejamentos. Este último comentário foi feito ao se referir à condenação de uma iraniana à morte por apedrejamento, acusada de participar no assassinato do marido.
Perguntada se “o fato de ter sido uma presa política lhe dá mais empatia com outros presos políticos”, Dilma disse que sim. “Por ter experimentado a condição de presa política, tenho um compromisso histórico com todos aqueles que foram ou são prisioneiros somente por expressarem suas visões, sua opinião pública, suas próprias opiniões”, respondeu.
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Por aí se vê que desvanecem as esperanças da mídia de que o novo governo se apartará da linha traçada, ou seja, da promoção do desenvolvimento com inclusão social e respeito às políticas internas dos outros paises e a busca da paz.
VHCarmo.
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