“Qualquer semelhança entre a agressão da mídia aos programas de Lula e as reações ao New Deal nos anos 30 (programa de recuperação da economia americana na crise mundial de 1928), não é só coincidência”.
“Quando Lula assumiu o mandato em, em 2002, a economia brasiléia contabilizava algo como 12% de desemprego da população economicamente ativa e vinha de um período de quase 20 anos de medíocre crescimento, com a renda per capita praticamente estagnada. Seu governo pôs em prática os programas de combate à fome que prometera no prólogo de sua Carta aos Brasileiros e posteriormente o PAC que soma o investimento público e obras privadas, com foco na recuperação da desgastada infraestrutura de transporte, da matriz energética e na indústria da habitação. Setores de grande demanda de mão de obra e de promoção do desenvolvimento”.
“Oito anos depois (e 15 milhões de empregos a mais), os resultados estão visíveis na queda acentuada das taxas do desemprego para menos de 7% da população economicamente ativa, crescimento de renda e dos níveis de consumo da população, recuperação da autoestima do trabalhador e uma sociedade que adquiriu condições de oferecer uma substancial melhora na distribuição de oportunidades. Isto tendo atravessado a segunda pior crise da economia mundial dos últimos 80 anos, com o PIB crescendo em 2010 acima de 7%.”
Essas palavras são do economista, politicamente conservador, ANTÔNIO DELFIM NETTO. Isto comprova que ser conservador não implica tomar posições irracionais e agressivas contra o governo e seu projeto de fazer o Brasil um país desenvolvido.
A mídia golpista terá um dia que explicar - o povo vai exigir - porque se coloca na contramão dos interesses da nação brasileira, lançando mão dos métodos mais sórdidos para promover interesses escusos como os representados pela atual oposição e o candidato Serra.
Votar na candidata de Lula, Dilma Rousseff, é votar na continuação desse ciclo virtuoso apontado pelo economista Delfim Netto. .
vhcARMO.
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