1. A revista Carta Capital que, honestamente, confessa ser adepta da candidatura da Ministra Dilma Roussef e, portanto uma exceção na mídia, não promove uma campanha suja contra o Caviloso, como fazem contra Candidata do PT as demais revistas, em especial a Veja dos apátridas Civitas e os jornalões Globo, Folha e Estadão.
No número de hoje nas bancas, há na revista duas matérias sobre a corrupção dos tucanos: uma da campanha Serrista e outra que comprova, pela PF na operação Caixa de Pandora, a participação do Presidente do PSDB Sérgio Guerra e do Senador Agripino Maia, (recebendo propinas) no maior escândalo de corrupção em Brasília com o colega Arruda que acabou atrás grades.
Tanto numa como na outra das matérias, a gente vê claramente como agem esses pseudos defensores da moral política.
A ligação do José Serra com Paulo Preto, que ele negou conhecer na primeira entrevista sobre o desvio de 4 milhões de reais, esteve presente em toda a sua atuação política e se trata daquele procedeu à arrecadação de recursos da campanha dele e administrou obras do governo paulista, particularmente a obra do Rodoanel Sul. Ele foi assessor pessoal do Serra e trabalhou no Planalto, assessorando o ex-presidente FHC. O homem que, afinal, o Serra confessou conhecer, é simplesmente um oportunista, a seu serviço, e foi flagrado como receptador de jóias. Aliás, é incrível como o tucano está sempre rodeado de escroques. Nesse caso, descoberta a participação do “mui amigo” no desvio de dinheiro de Caixa Dois da campanha do Caviloso (portanto de origem suspeita), este passou não só o conhecê-lo como a defendê-lo. E o faz sem provas.
Esses dois surtos da corrupção tucana estão fartamente demonstrados na Revista, com documentos e notas da Polícia Federal, que merecem a atenção das pessoas de boa-fé que, vêm sendo bombardeadas por aquilo que teria sido uma tentativa de “lobby” que um incauto teria tentado e que não resultou em efetivo empréstimo junto ao BNDES, ou seja, teria sido influência sem resultado. Contudo, a Polícia Federal, chamada pelo governo, está investigando e apurando e até aqui não há sinal de que tenha havido a irregularidade apontada. Não obstante, e de maneira covarde, a campanha do Serra continua a exibir a acusação na TV. Lembre-se , por oportuno, que o chamado dossiê contra tucanos contra Lula foi arquivado na Justiça por falta de prova. É assim que eles agem.
No caso do factóide da “quebra de sigilos”, a Polícia Federal descartou, de plano, envolvimento político. Como a filha do Serra, a indefectível Mônica Serra, sócia da escroque Mônica Dantas foi envolvida, estancou-se a denúncia. A matéria da quebra de sigilos foi esquecida.
2. O SACRILÉGIO DO SERRA
É deveras atentatória à fé católica a figura do Serra beijando o crucifixo e, cometendo um sacrilégio ao tomar, sob o foco das câmeras de TV, a comunhão da hóstia sagrada, ou seja o sacramento da eucaristia, privilégio dos puros e daqueles que previamente tenham feito contrição de seus pecados, mediante a confissão.
Esse é o homem que, sem a menor piedade cristã, difama e calunia as pessoas que atravessam o seu caminho na sua busca do poder. Ele não respeitou um dos sacramentos, não só dos católicos, mas de todos os cristãos, ou seja, a eucaristia.
Não cabe aqui fazer nenhuma exploração do fato em seu cunho religioso, mas não se pode deixar, até pela o espanto que causa, de chamar a atenção dos católicos e os cristãos, em geral, contra essa insólita de exploração da fé para fins eleitorais.
È esse é o homem, também que investe contra a candidata do PT, tentando desmentir a sua fé que ela comprova com a sua criação e o exercício da religião num lar católico. Nesse blog está estampado um texto do Franciscano Frei Beto, que não deixa dúvidas sobre a fé cristã católica de Dilma Rousseff da qual o Frei participou até na prisão.
VHCarmo.
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